Digimon Tamers (TV)

1.0 2.0 3.0 4.0 5.0 Bom

Informações

Ano 2001
Estúdio Toei Animation
Diretor Yukio Kaizawa
País Japão
Episódios 51
Duração 24 min
Gênero Aventura, Ação, Fantasia

“Digimon” é uma franquia que existe desde o final da década de 90 que, no começo, foi rotulada como cópia de “Pokémon”, mas, depois, conseguiu mostrar que não era exatamente o que diziam a respeito. A partir da 3ª série em diante, cada história passou a ser paralela, ou seja, nenhuma tem conexão com a anterior, e são apresentados novos personagens. E esta mudança foi bem-vinda à franquia, pois assim cada série tem algo novo a oferecer, sem cansar a quem assiste. Pra ter uma idéia a respeito, aqui estão todas as séries que a franquia já teve e seu ano de lançamento: “Digimon” (1999); “Digimon 02” (2000); “Digimon Tamers” (2001); “Digimon Frontier” (2002); “Digimon Savers” (2006) e “Digimon Xros Wars” (2010), ainda em exibição. “Digimon Tamers” foi a primeira a usar tal recurso e, de todas as temporadas da franquia, é a de teor mais sombrio, dando um toque mais realístico à história em si. Junto com isso, também usou uma coisa comum em algumas séries do gênero: o jogo de cartas, idéia vista em alguns animes, sendo “Yu-gi-oh!” a série mais conhecida neste aspecto. No anime, isto é usado pra aumentar as habilidades dos digimons durante as batalhas. Outro ponto interessante é o fato dos parceiros humanos serem chamados de “domadores", e não de "digiescolhidos", pelo fato deles cuidarem dos seus parceiros digimons e adapta-los para a realidade no mundo humano. A história mostra a mais nova mania da garotada: o jogo de cartas Digimon, onde cada jogador monta um "deck" e usa-o pra incrementar as habilidades e status dos digimons. Entre os jogadores, somos apresentados a Takato Matsuki, um garoto de 11 anos que, como a maioria da meninada, curte o jogo. Um dia, enquanto arrumava as cartas na caixa, acaba deixando-as cair e vê um cartão azul que nunca viu antes. Pra saber de sua utilidade, coloca-o em um aparelho que mede o nível de experiência e acaba estragando-o. Sem fazer nada, guarda tudo e corre até a escola, aonde chega atrasado e fica de castigo. Pra passar o tempo, desenha um digimon, ao qual dá o nome de Guilmon; mais tarde, ao voltar pra pegar a caixa, percebe que o aparelho se transformou em um "digivice" e no dia seguinte, surge seu digimon.

No entanto, Takato não fora o único a ter um digimon no mundo real: mais duas crianças, Chenria Lee e Ruki Makino, também possuem digimons. Lee tem um Terriermon e Ruki tem uma Renamon e, juntando-se a Takato e Guilmon, formam o trio de domadores da série. Cada um deles tem uma forma diferente de pensar a respeito de digimons no seu mundo: Takato os considera como amigos, Lee acha que digimons não são feitos pra lutar e Ruki acha que digimons servem apenas pra lutar e ganhar experiência de combate. Estas opiniões acabam acarretando ora soluções, ora brigas entre eles; além disto, adaptar os digimons a conviver no mundo real torna-se também indispensável, no caso de serem descobertos. Aos poucos, eles enfrentam vários digimons que passam a aparecer no mundo deles, e as conseqüências de tais combates podem ocasionar destruições. E muitos mistérios surgem ao longo dos episódios, dando uma carga dramática e imprevisível à própria trama em geral. Em relação aos personagens, pode-se perceber o quanto amadurecem, e isso também acontece com os digimons: um exemplo é o próprio Guilmon, que no começo age mais como uma criança e acaba crescendo durante o tempo. Outros dois digimons chamam a atenção: Culumon e Impmon, o primeiro age como mascote da série e o segundo é um digimon que detesta os humanos, por algo que aconteceu no seu passado. No caso dos domadores, cada um tem uma personalidade bem distinta, e percebem que o jogo não é exatamente tão inocente assim... As cenas de luta são bastante boas e as cenas de computação gráfica – que ocorrem no processo de digievolução – surpreendem a quem confere o anime. Há uma mudança no design dos personagens humanos, diferenciando-se do traço das séries anteriores, principalmente na forma das roupas e do corpo. Já os digimons mostram um estilo mais detalhado e animalesco, algo já visto como marca registrada nas séries.

No quesito musical, as músicas de fundo combinam com o ritmo da série e destaque para duas: a música de abertura – The Biggest Dreamer – que tem um estilo mais dançante e combina com o enredo e a música que surge quando os digimons digievoluirem. Pra quem curte ou não, “Digimon Tamers” é considerado uma das melhores séries da franquia.

Escritora Otaku
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